Paulo Nobre, jornalista da RTP1 desde 1988, conversou um pouco connosco sobre o seu trabalho.
O Pião - De todas as pessoas que já entrevistou, qual foi para si a mais interessante?
P.N. - Não sei, não faço a mínima. É muito difícil de dizer. Isto apanhado assim desprevenido é muito complicado de pensar. É natural que haja muitas pessoas que me terão marcado. Não sei mesmo.
O Pião - Qual é a sensação de entrevistar pessoas mais conhecidas?
P.N.- É uma coisa normal. Quer dizer, é uma profissão. É uma coisa normal.
O Pião - Não fica nervoso quando entrevista alguém importante?
P.N. - É mais ou menos como ir fazer um teste. Se não estudarmos, temos negativa. E se não estudar o diálogo, sai asneira. Quanto à questão anterior, é ao contrário. Lembro-me mais rapidamente de uma pessoa que tenha entrevistado e que estivesse cheio de expectativas, e no fim ter sido um fracasso, uma desilusão. Foi o caso de um grande escritor que admiro muito, mas só como escritor.
O Pião - Numa ideia vaga, há quantos anos trabalha nesta onda de entrevistas?
P.N. - Descobri no outro dia que comecei a trabalhar como jornalista em 1988.
O Pião - Como é que as pessoas ficaram a conhecer o seu trabalho?
P.N. - O trabalho de qualquer jornalista é um trabalho público, portanto tornou-se um trabalho conhecido. Nas rádios, nos jornais, na televisão entre outros.
O Pião - Tem algum ídolo jornalista?
P. N - Tenho muitos. É difícil de dizer.
O Pião - Obrigada pelo tempo disponibilizado.
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